Elas foram agredidas por homens que se diziam companheiros, conseguiram dizer não para o ciclo de violência e encontraram uma rede de apoio que as permitiram recomeçar. Além da violência doméstica, as histórias de J. e L. têm em comum a proteção encontrada em abrigos na região de Ribeirão Preto, e novas oportunidades profissionais após um curso de corte e costura nas carretas do Caminho da Capacitação.
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