O pedido de socorro pode atravessar a cidade por um fio de telefone. Pode ecoar em uma sala reservada da delegacia ou no espaço acolhedor do Instituto Médico-Legal (IML), durante um exame de corpo de delito. No estado de São Paulo, o atendimento a mulheres e crianças vítimas de violência começa na escuta — muitas vezes ainda na ligação ao 190 — e se desdobra em uma rede especializada das Polícias Militar, Civil e Técnico-Científica. Um trabalho que vai além do protocolo e transforma técnica em cuidado. E os desdobramentos desse cuidado se tornaram referência nacional. Desde 2023, o Governo de São Paulo é pioneiro no país na adoção de tornozeleiras eletrônicas e no uso de aplicativo com botão do pânico para monitorar agressores de mulheres com medidas protetivas.
Leia mais na Agência SP: Da ligação ao 190 ao tornozelamento do agressor: veja como funciona a rede de proteção das mulheres em SP - Agência SP